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GOVERNADORA VAI AO ENCONTRO DOS MILITARES E PARTICIPA DA CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA

Mesmo com os policiais militares e bombeiros já tendo definido o prazo de 30 dias par ao Governo se posicionar sobre o reajuste salarial, caso contrário a categoria pode parar as atividades, a chefe do Executivo estadual ignorou o clima tenso e foi ao encontro dos militares, mas não dos que ameaçam greve e sim dos soldados do Exército.

Na manhã desta quarta-feira, 25, a chefe do Executivo participou da celebração da Páscoa dos Militares, que aconteceu na Catedral Metropolitana de Natal. Ela assistiu à missa ao lado do comandante da Polícia Militar, coronel. Francisco Araújo; comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Elizeu Dantas; e do comandante da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, general Fernando Mauricio Duarte Melo.

Fonte: Anna Ruth Dantas

Comentários

  1. A GOVERNADORA ROSALBA CIARLINI RETROCEDE NO TEMPO

    A Governadora Rosalba Ciarlini não vem sinalizando interesse em dialogar com o servidor público, parece até que nós não somos gente e eleitores; digo nós parque também faço parte desta categoria, como policial militar.
    Esta história nos remete aos idos de 1960, quando o servidor não tinha proteção de lei nenhuma, e os nosso governantes utilizavam-se da força policial para reprimir as manifestações dos servidores públicos que clamavam por melhores salários. Lembro-me da manifestação dos professores, outras categorias e estudantes no ano de 1962, quando o governo do Estado do Rio Grande do Norte determinou ao seu Secretário de Segurança Pública, capitão José Leão Filho, que reprimisse o movimento. Não é história de eu ouvi dizer ou li em algum jornal! Lá eu também estava como policial militar integrando um efetivo imenso da PM.
    Os manifestantes se concentravam no bairro da Ribeira, em frente à rodoviária, a poucos metros da Secretaria de Segurança Pública. Cartazes e faixas agressivas deixaram o Secretário-Leão soltando ferozes rugidos. Ele embraveceu, deveras, ao ser informado sobre um cartaz bem grande que o afrontava com o desenho da calda de um leão, e a seguinte frase:”Comi o rabo do leão”.
    Indignado, o secretário Leão foi ao Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e mobilizou as tropas da PM e do Corpo de Bombeiros, comandadas por diversos oficiais, com ordens severíssimas para baixarem o pau nos manifestantes. Com ímpeto, a polícia descia seus cassetetes de borracha nas costas dos manifestantes; ao mesmo tempo, o Corpo de Bombeiros jogava jatos d`água nos rebelados, que não suportando tanta malvadeza, esvaziaram o movimento.
    Em 1963, foi a vez dos policiais militares, que não suportando o devastador arrocho salarial, deflagraram uma greve e foram expulsos do seu próprio quartel por forças federais; e vários líderes expulsos.
    Em 1992, outra greve, e várias outras sucederam-se. Do balanço, quatro presidentes foram expulsos, um dos quais já na Reserva Remunerada da PM e mais de 500 policiais expulsos, mesmo não estando mais na era do Leão. Tudo isto sob os auspícios de um regulamento disciplinar totalmente obsoleto.
    Hoje, estamos nos deparando diante de um verdadeiro festival de greves do servidor público, citando-se também a greve dos policiais civis. Não obstante, a chefe do Executivo Potiguar nem por vislumbre fantasia tem dado aparência do seu riso sobre tais assuntos.
    Os policiais militares, com os seus vencimentos defasados, estão reivindicando salários dignos para com a profissão que exercem. Salários aviltados refletem diretamente no serviço prestado pelo trabalhador de segurança pública. Pelo comportamento do governo, estamos percebendo que tal conquista requer muita união de todos os milicianos e afinada habilidade, a fim de evitar uma aproximação das cordas do ringue: Governo de um lado e PMs do outro.
    Os policiais militar buscam o que lhes é justo, posto que, enquanto o governo paga dois mil e quatrocentos reis a um agente penitenciário – mais do que justo -, despreza os gerenciadores de conflitos sociais – os PMs - ao lhes pagar apenas um mil e seiscentos reais
    Usando o bom senso, acredito que o governo fará uma reflexão sobre este quadro em nada plausível.
    Natal/RN, 25 de maio de 2011
    Julio Ribeiro da Rocha
    Subtenente PMRR/RN

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  2. Estou pronto para parar, sem condições salariais estou me cansando indo atrás de outras alternativas que as vezes são ate melhores remuneradas que a Policia

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