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Mostrando postagens com o rótulo DECLARAÇÃO

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“FALTA BOA VONTADE DA POLÍCIA EM INVESTIGAR A PRÓPRIA POLÍCIA”, DIZ O JUIZ HENRIQUE BALTAZAR

O juiz Henrique Baltazar Vila dos Santos, titular da 12ª Vara Criminal de Natal disse acreditar em corporativismo dentro da Polícia encobrindo a ação de grupos de extermínio. De acordo com o magistrado, é muito difícil polícia investigar polícia. A declaração veio depois que o delegado aposentado Maurílio Pinto, afirmou em entrevista ao portalnoar.com que há defesa de interesses comuns entre os policiais.

DECLARAÇÃO POLICIAL APÓS A OPERAÇÃO MÁSCARA NEGRA

"Preenchimento de mandato de busca e apreensão , catalogar os objetos apreendidos, redigir texto, lacrar malotes, transporte, não tive treinamento para isso mas aprendi no local . Agente é para tudo ... Tudo é agente ... não duvido que em breve me coloquem para conduzir um trem . Eu só queria o pagamento das minhas horas extras trabalhadas que já foi dito que não ira existir pois somos profissionais especiais, acaba (quase 30 horas de serviço) , eu só queria um copo de água para matar minha sede , eu não queria ser tratado como objeto eu queria apenas ser tratado como gente, agora eu só penso em dormir e ficar bom de minha dor de cabeça intensa pela noite não dormida. A missão foi dada, a missão foi cumprida com êxito. ARQUEJANDO." SOLDADO PAULO EDUARDO

SARGENTO DA PM MORTO DURANTE SERVIÇO SOFRIA AMEAÇAS, RELATA FAMÍLIA

O filho do policial militar da reserva, morto durante tentativa de assalto na noite de sexta-feira (17), confirmou que seu pai sofria ameaças. Ele não confirmou, porém, em quais circunstâncias seu pai teria sido ameaçado e quem seria o autor. Por temer represálias, o jovem pediu que sua identidade fosse preservada. O sargento da reserva, Jorge Pontes Damasceno, 54 anos, morreu no hospital Santa Catarina durante cirurgia para retirada da bala que lhe atingiu no estômago. Questionado sobre o que Jorge Damasceno comentava em família sobre o trabalho que desempenhava como guarda patrimonial, o rapaz disse que o pai reclamava da violência. "Ele falava que o trabalho era assim, digamos, tinha muito vandalismo, alguns alunos furtavam, outros consumiam drogas", comentou. A escola na qual Jorge Damasceno trabalhava, fica na zona Leste de Natal, numa área próxima a uma das regiões nas quais o tráfico de drogas é comum, conhecida como Guarita e Paço da Pátria. Mesmo antes de Jorge Dam...

ATITUDE E CORAGEM: MAJOR EDILSON EXPÕE A REALIDADE DA POLÍCIA MILITAR DE CURRAIS NOVOS/RN

O Major Edilson que atualmente responde pelo comando da 3ª Companhia Independente de Policia Militar da cidade de Currais Novos concedeu entrevista a imprensa de Currais Novos e afirmou que deverá pedir exoneração do cargo que ocupa naquela unidade de Policia. O Major Edilson relatou os problemas que a companhia vem enfrentando e disse ainda que a Policia Militar de Currais Novos contava com a ajuda dos Bancos da cidade para se sustentar e desde que a operação Batalhão Mall em Assu foi deflagrada essa ajuda foi suspensa devido as restrições judiciais impostas. O Comandante disse que tentou viabilizar junto com o comando geral da PM um convênio com as agências bancárias de Currais Novos mais isso não foi possível e como a 3º CIPM não tem verbas vem enfrentando dificuldades para realizar um trabalho ostensivo de qualidade. "Muitos comandantes do interior não falam, ficam calados, mais a gente tem que mostrar a realidade para não ser responsabilizado por atos de A e B". afir...

PROFESSOR DA UFRN CRITICA FORMAÇÃO POLICIAL

Prof. Alípio Souza Filho O professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte Alípio Souza Filho, critica a forma de preparação das polícias do Brasil, pautada em concepções de autoritarismo e agressão. "Essa não é uma questão individual, mas social. Uma polícia que usa a extorsão, pratica a tortura como técnica de investigação e oprime a população é uma polícia mal formada por inteiro. Por isso o mau policial é um mito", disse o professor da UFRN. Para Alípio, as polícias brasileiras, principalmente a Militar, não têm atuado como organismos do Estado moderno. O sociólogo explica que o modelo baseado no abuso de autoridade e agressões são fruto de nossa herança escravocrata, que faz com que pessoas da base da pirâmide social continuem sendo oprimidas, tratadas como cidadãos inferiores, como os escravos do século 19. A herança explica também a naturalização da violência policial pela sociedade, que chega por vezes a incentivá-la. O pro...

COMEÇA A TRANSFERÊNCIA DE BOMBEIROS PRESOS NO RIO

Três ônibus com soldados do Corpo de Bombeiros deixaram pouco depois das 6h desde domingo (5) a Corregedoria da Polícia Militar (PM), em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Escoltados por policiais do Batalhão de Choque, os veículos seguiram para uma unidade dos Bombeiros em Charitas, Niterói. Não há informações sobre o número de bombeiros transferidos nesta manhã. Segundo a polícia, 439 bombeiros foram presos na manhã de sábado (4), durante uma ação da PM, após invadirem o Quartel Central da corporação, no Centro do Rio de Janeiro, na noite de sexta-feira (3). No sábado, o promotor militar Leonardo Cunha disse que os bombeiros seriam transferidos para uma unidade-escola do Corpo de Bombeiros do estado em Jurujuba, Niterói. “Alguns ficarão na Corregedoria, mas ainda não sei quantos”, disse o promotor ao G1. Fonte: G1

MAIORIA DOS BOMBEIROS PRESOS SÓ VAI FALAR EM JUÍZO

O corregedor da Polícia Militar, coronel Ronaldo Menezes, informou na noite deste sábado (4) que os 439 bombeiros presos após a invasão ao quartel central da corporação, no Centro do Rio, estão sendo ouvidos, qualificados e autuados. Ainda segundo o coronel, a maioria dos presos afirma que só falará em juízo. Os bombeiros estão acompanhados por representantes das comissões de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Fonte: G1

BOMBEIROS PRESOS PROTESTAM TAMBÉM DENTRO DE SALA DA CORREGEDORIA DA PM

Pelo menos 30 bombeiros que estão sendo ouvidos em uma das salas da Corregedoria da da Polícia Militar, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, continuam a protestar contra a maneira como estão sendo tratados desde que foram presos na manhã deste sábado (4). "Passei minha vida toda salvando vidas e agora estou me sentindo como se fosse um bandido. Estamos há mais de dez horas sem comer", disse o sargento Monteiro ao G1, pelas grades da janela da sala. "Minha mulher está grávida, aí fora, nervosa, preocupada comigo. É meu primeiro filho e ela está numa gravidez de risco", afirmou. "Encontramos cápsulas de fuzil [no Quartel Central dos Bombeiros, após a invasão do Bope]. Bombeiro não usa esse tipo de arma", acrescentou o bombeiro preso, mostrando uma cápsula de fuzil. Outro que protestou foi o sargento Félix. "Ficamos encurralados pelos ataques do Bope e do Batalhão de Choque. Tive que correr como se fosse um bandido. Muitas crianças chegaram...

BOMBEIROS DO RIO PODEM PEGAR ATÉ 12 ANOS DE PRISÃO

O comandante do Batalhão de Choque da PM (BPChoque), coronel Waldyr Soares Filho, afirmou na tarde deste sábado (4) que a movimentação dos bombeiros e a invasão do Quartel Central, no Centro do Rio, já podem ser considerados um motim. Se qualificados neste crime, de acordo com o comandante, os bombeiros poderão pegar de 3 a 8 anos de prisão, sendo que os líderes do movimento, podem ter a pena agravada. E com isso, a punição pode chegar a 12 anos de detenção. "O código disciplinar militar é rígido. Invasão de quartel é uma atitude muito grave e está previsto no artigo 149 do Código Penal Militar", disse o comandante. Fonte: G1

“MEU FILHO NÃO É BANDIDO”, DIZ MÃE DE BOMBEIRO PRESO

Famílias dos bombeiros presos neste sábado (4) após invadirem o quartel central da corporação na noite de sexta (3) aguardam uma solução para o caso na porta da Corregedoria da PM, em Neves, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, para onde os manifestantes foram levados. Cerca de 25 pessoas ficam da grade do batalhão tentando ver a movimentação dos filhos e maridos mantidos dentro dos ônibus no pátio da unidade. Um deles conseguiu sair e tranquilizar a mãe, Marilu Fonseca, que ficou muito emocionada. "Meu filho não é bandido. Tem um monte de gente que faz greve e não é preso. Ele é técnico em raio-x, trabalha na área médica. Ele estava no plantão e depois foi lá para o quartel onde estavam os outros bombeiros. Ele não pode ser tratado como bandido", disse a mulher, bastante emocionada. Fonte: G1

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